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O Corpo da Mulher e a Gravidez

É sempre importante que a mulher conheça o seu corpo, ainda mais num momento tão delicado como quando se prepara para engravidar. Conhecer o corpo ajuda a mulher a compreender e apreciar da melhor forma todas as mudanças que irão ocorrer durante a gravidez, permitindo-lhe estar mais em sintonia consigo mesma e com o seu filho.

Vejamos, pois, quais os órgãos genitais femininos e os que compõem o aparelho reprodutor.

Os órgãos genitais (órgãos sexuais externos) são os seguintes:

Azia durante a Gravidez

A azia (ou refluxo) é um sintoma comum a partir do segundo trimestre da gravidez. É tipicamente caracterizada por uma sensação desagradável de ardor no peito e garganta, à qual se associa o sabor ácido na boca.

O aparecimento da azia durante a gravidez deve-se ao aumento do útero e às alterações hormonais próprias desta fase. Vejamos em pormenor estes dois aspetos relevantes:

O espaço cada vez maior que o útero ocupa leva a que o estômago e o intestino sofram uma grande pressão e, consequentemente, a digestão se torne mais lenta. Esta pressão sobre estômago e o consequente desenvolvimento de gases fazem com que a comida suba de novo para o esófago;
As alterações hormonais durante a gravidez provocam grandes mudanças no corpo da mulher. Neste caso em particular, o aumento do nível da hormona progesterona leva a um relaxamento generalizado dos órgãos, nomeadamente do esfíncter esofágico inferior – válvula situada entre o estômago e o esófago. Embora se encontre normalmente bem fechado, o relaxamento deste órgão provocado pela variação dos níveis de progesterona leva a que conteúdo do estômago volte para o esófago, levando à irritação característica da azia.

Problemas na Gravidez: aborto espontâneo

O aborto espontâneo, também designado aborto natural, é uma interrupção involuntária da gravidez que ocorre até às 20 semanas de gestação. É assim designado para se diferenciar dos abortos induzidos com recurso a métodos cirúrgicos ou terapêuticos.

Este tipo de aborto tem uma expressão cada vez mais significativa na sociedade, as suas causas diversas: estilos de vida e alimentação pouco saudáveis, sedentarismo, gravidez tardia (cada vez mais as mulheres engravidam no limite da idade reprodutiva) e stresse.

Na maioria das vezes, os abortos espontâneos ocorrem até à sétima semana de gestação, havendo muitos casos em que a mulher nem sequer sabia que estava grávida.

Problemas na Gravidez: placenta prévia

A placenta prévia é um dos problemas que pode ocorrer na gravidez, sendo muitas vezes detetada somente no 2º ou 3º trimestre da gestação. A placenta prévia nada mais é do que a implantação da placenta, total ou parcialmente, na parte inferior do útero, o que leva a uma cobertura total ou parcial do colo do útero.

Fatores de Risco

Os fatores de risco para a ocorrência deste problema na gravidez podem ser:

Problemas na Gravidez: gravidez ectópica

Tal como o próprio termo sugere, uma gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fecundado se fixa fora do útero materno.

Em 95% dos casos, o óvulo adere ao revestimento das tubas uterinas (comummente designadas trompas de Falópio), resultando numa gravidez ectópica tubária. A gravidez ectópica ocorre ainda quando o óvulo se insere nos ovários, no abdómen ou no canal cervical (órgão que separa o útero da vagina e é responsável pela produção do muco vaginal). Nestes casos, designa-se gravidez ectópica abdominal ou cervical. Como as trompas, os ovários, o abdómen e o canal cervical não possuem espaço e tecidos adequados para que a gestação progrida, à medida que o feto cresce, é provável ocorrer uma rutura do órgão onde está inserido. Por essa razão, ocorrem frequentemente hemorragias que podem ser profundas e, em casos extremos, a vida da mãe pode mesmo correr perigo.

Se não for tratada, cerca de metade das gravidezes ectópicas leva ao aborto. Geralmente, a rutura de uma gravidez ectópica ocorre numa fase precoce da gestação, entre 6 e 12 semanas, dependendo do local onde o embrião está implantado.