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Saúde na Gravidez: o que é a Sífilis?

A Sífilis é uma infeção bacteriana sexualmente transmissível e diagnosticada por análises sanguíneas específicas.

A bactéria responsável pela doença (Teponema Pallidum) penetra no organismo, por contacto direto, através das mucosas (como as da vagina ou da boca), ou então através da pele, pelo que pode ocorrer numa relação sexual por via vaginal, oral ou anal. Horas depois do contacto com a zona afetada do parceiro, a bactéria chega aos gânglios linfáticos e, a partir daí, propaga-se por todo o organismo através do sangue.

A transmissão da sífilis pode também ocorrer durante a gravidez, passando diretamente da mãe para o feto. Nestes casos, a doença designa-se sífilis congénita, pois o bebé pode vir a ter defeitos congénitos ou outros problemas de saúde graves derivados da infeção.

Vírus do Papiloma Humano (HPV) na gravidez

A principal forma de transmissão do Vírus do Papiloma Humano (VPH ou vírus HPV) é por via sexual, sendo considerada a doença sexualmente transmissível mais frequente. Esta doença viral é transmitida por contacto direto e não por fluídos orgânicos.

As formas de prevenção da doença são similares às das restantes doenças sexualmente transmissíveis, passando sobretudo por evitar comportamentos sexuais de risco.

Os sintomas de infeção mais frequentes são lesões (em forma de verruga) na vagina, colo uterino, grandes e pequenos lábios e reto.

Picamalácia: Desejos ou Necessidades Nutricionais da Grávida?

Uma das partes mais divertidas da gravidez é sentir desejos e ver toda a gente preocupada em tentar satisfazê-los. No entanto não há qualquer estudo científico que comprove ou refute a veracidade dos desejos e/ou aversões nutricionais descritas pelas gestantes.

Toda esta questão pode até ser uma forma de a grávida conseguir atrair as atenções, afinal a tarefa de gerar um ser não é fácil e a mulher pode muito bem sentir-se no direito de ter mimos e de os ver atendidos…

Esta síndrome do desejo tem o nome de picamalácia, uma doença cuja justificação é controversa. Uma delas é que os alimentos estranhos, que antes não eram nem um pouco atraentes, trariam a sensação de alívio para náuseas e vómitos. Outra, mais aceite, é de que o corpo tem necessidades nutricionais, como o ferro, que leva a grávida a comer substâncias que, embora não sejam alimentos, contêm esse nutriente como, por exemplo, um tijolo.

Doenças na Gravidez: diabetes gestacional

Nem sempre a diabetes é uma doença desenvolvida durante a gravidez; em grande parte dos casos, a mulher já tem a doença antes de engravidar. No entanto, existem efetivamente casos de mulheres que durante a gravidez desenvolvem a doença, embora nunca tenham sido diabéticas anteriormente. Quer a mulher seja já diabética ou venha a sê-lo durante a gestação, nesta fase a doença designa-se diabetes gestacional, pois tem características específicas neste período da vida.

A diabetes gestacional é diagnosticada pela primeira vez durante a gravidez e pode ou não perdurar após o parto.

A doença resulta de uma alteração dos hidratos de carbono, devido a uma deficiente produção de insulina ou por uma má utilização da mesma pelo organismo da futura mãe, levando a um aumento dos níveis de glicémia (açúcar no sangue). A carência ou inação da insulina impede o organismo de aproveitar as proteínas, as gorduras e os hidratos de carbono, fontes de energia essenciais.

Herpes Genital na gravidez

Herpes genital é uma doença que se caracteriza pelo surgimento de bolhas ou lesões nos órgãos genitais. Esta é uma doença sexualmente transmissível, sendo a contaminação por via sexual a mais comum de todas, embora haja outras formas de propagação da doença. A transmissão também é possível nos casos em que há sexo oral, quando o parceiro tem herpes na boca.

Em pessoas comuns, em geral não provoca grandes problemas. No entanto, em mulheres grávidas, pode causar aborto e sequelas graves no bebé. Por isso, é muito importante informar o médico obstetra de qualquer manifestação de herpes genital, na mulher ou no seu parceiro.

Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa, mas costumam ser mais graves logo após o contágio, pois o organismo ainda não desenvolveu anticorpos para combater o vírus. Nessas situações, além de da comichão, ardor e lesões características na área genital, podem surgir sintomas de gripe (como febre, dor de cabeça e dores musculares). Algumas grávidas chegam a precisar de tratamento intravenoso com um antiviral.