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A Alimentação no 2º Trimestre de Gravidez

As adaptações que o organismo fez nos últimos meses já não são suficientes para alimentar a vida que cresce, cada vez mais depressa, na barriga da mãe. Por isso, no segundo trimestre de gravidez, é altura para aumentar o fornecimento calórico da dieta.

A mulher começará agora a comer para dois (mas não a “comer por dois”!). A alimentação deverá, pois, atender não só às necessidades nutricionais da grávida, mas também às do feto. Assim, há determinados cuidados que deverá ter nesta fase.

Cuidados a ter com a alimentação no segundo trimestre:

Como Combater a Prisão de Ventre durante a Gravidez

A prisão de ventre é um problema muito comum durante a gravidez, afetando duas em cada três gestantes. Isto acontece porque o corpo da mulher passa por muitas mudanças, físicas e hormonais, no período da gravidez.

A obstipação pode agravar-se a partir do segundo trimestre, quando o feto está maior e, por isso faz maior pressão sobre o intestino da gestante. Em casos mais graves, a mulher chega mesmo a desenvolver hemorroidas.

Os medicamentos devem ser evitados ao máximo, sendo consumidos somente mediante prescrição médica.

Cuidados de Nutrição durante a Gravidez

Durante a gravidez, há determinado nutrientes que não podem faltar na alimentação da grávida, atendendo às necessidades nutricionais e benefício para a  sua saúde e a do bebé.

Vejamos em pormenor cada um dos grupos nutricionais e a importância que têm na saúde da mulher, assim como na formação e desenvolvimento do feto.

  • Proteínas
    As proteínas desempenham um papel importante na formação da placenta, sendo responsáveis por construir os tecidos do organismo, tanto da mãe como do bebé. Por isso, deverá aumentar sua ingestão durante a gravidez. Carne, leite (e seus derivados), ovos e soja são alguns exemplos de alimentos ricos em proteínas.

A Alimentação no 3º Trimestre de Gravidez

No terceiro e último trimestre da gravidez, as necessidades nutricionais aumentam consideravelmente, devido grande ao crescimento do feto.

Apesar dos aportes nutricionais necessários nos últimos meses da gravidez, o apetite da grávida não aumenta muito, pois ela encontra-se mais cansada, descansa mais e, portanto, tem menos fome. Contudo, nem todas as mulheres reagem da mesma forma e, se não for o seu caso, deverá controlar o peso mais do que nunca, para não ter de enfrentar o parto com excesso de peso, o que poderia ser prejudicial para si e para o feto.

No terceiro trimestre de gravidez é também comum surgir anemia. É muito provável que o obstetra receite um suplemento de ferro, mas deve, apesar disso, tomar certos cuidados com a alimentação para se manter saudável e responder às suas necessidades nutricionais e às do bebé.

Alimentação interfere no Sexo do Bebé

Segundo um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Oxford, em conjunto com a Universidade de Exeter, no Reino Unido, há uma relação estreita entre o regime alimentar da grávida e a determinação do sexo do bebé, sendo que uma alimentação rica em açúcar facilita o nascimento de meninos.

Durante o estudo, foram observadas mais de 700 gestantes durante todo o período da gravidez. Metade delas ingeriu alto teor de açúcar e de calorias durante a gravidez, enquanto a outra metade fez uma alimentação com menor teor calórico e com menos açúcar. No final da pesquisa, constatou-se que 56% das gestantes que ingeriram maior quantidade de açúcar deram à luz meninos e 45% daquelas que seguiram uma dieta restrita tiveram meninas.

Embora a determinação do sexo da criança seja geneticamente feita pelo pai, a pesquisa confirma a hipótese de que altos níveis de glicose no sangue encorajam o desenvolvimento e crescimento de embriões masculinos e inibem os femininos.