Saúde Materna e Decréscimo da Mortalidade


Saúde Materna

Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a registar um decréscimo da mortalidade materna em todo o mundo. Esta descida do número de mortes de mulheres grávidas regista-se pela melhoria nos cuidados de saúde materna, tendo efeitos não só na diminuição de complicações ocorridas durante a gravidez, como também no decorrer do parto.

No início da década de 80, a mortalidade materna atingiu o numero de 500 mil mulheres que sofreram complicações na gravidez ou durante o parto. Em 2008 esse número era já muito menor, registando-se um número inferior a 350 mil mulheres que morreram ao dar à luz ou enquanto estavam grávidas.

Em Portugal, a mortalidade materna teve um decréscimo anual de 2,9%, situando-se o país numa boa posição em relação aos países com uma taxa de mortalidade mais baixa – o país atingiu o 30º lugar no ranking mundial. Esta situação deveu-se sobretudo ao alargamento dos cuidados de saúde materna e pré-natal, ao mesmo tempo que se registava uma oferta crescente das consultas de planeamento familiar incluídas no Plano Nacional de Saúde.

No Brasil também se registou um decréscimo notório da mortalidade materna, associado também a uma melhoria nos cuidados de saúde materna. Atualmente, só 2% dos partos não são realizados em hospitais e 89% são feitos por médicos. Associado a estes dados, há também a referir um aumento do número de mulheres grávidas que realizam consultas pré-natais no Sistema Único de Saúde (SUS).





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