Exames na Gravidez: tudo sobre a amniocentese

A amniocentese é um exame realizado normalmente após as 15 semanas de gravidez, que permite retirar uma pequena quantidade do líquido amniótico, a fim de se realizarem testes genéticos. Tal é possível, porque o líquido amniótico, que envolve o bebé, contém células da pele do feto e que, após a extração, poderão ser examinadas em laboratório para averiguar os genes e os cromossomas do bebé.

A decisão de fazer a amniocentese é sempre da mãe, mas pode ser-lhe sugerida pelo médico por diversas razões:

  • Se a grávida tem uma idade igual ou superior a 35 anos;
  • Se durante a gravidez realizou outros testes e exames (como uma ecografia ou análise ao sangue) que tenham apontado um risco de o bebé vir a ter uma doença genética;
  • Se existe uma doença genética na família de qualquer dos pais, com risco de vir a ser transmitida ao bebé;
  • Se o casal já teve um filho com uma doença genética;
  • Se um dos pais tem uma doença genética que possa ser passada ao bebé.

Viver a Paternidade: estabelecimento dos Afetos

A vivência da paternidade constrói-se com o tempo e à medida que se estreitam os afetos com o bebé, não é imediata.

Mesmo que o homem acompanhade a gravidez ao lado da mulher, o processo do pai decorre de fora para dentro, enquanto o da mãe é de dentro para fora. A mulher tem nove meses para criar laços afetivos com o bebé, ao mesmo tempo que se adapta às transformações que ocorrem no corpo e na alma. O homem, por sua vez, vai vendo as transformações no corpo da mulher, sem conseguir ter com o bebé a relação íntima que a mãe estabelece desde o início da gravidez, e de repente aparece um novo ser que é seu filho…

Ou seja, o vínculo afetivo não costuma ser tão imediato no homem como é na mulher, embora ele também amadureça com as transformações. Basta ter paciência… Para a maioria dos homens, o estabelecimento do afeto e a vivência da paternidade pode levar meses.

Dieta após o Parto

Após o parto, é natural que a puérpera sinta fome, pois gastou uma grande quantidade de energia, para ajudar o seu filho a nascer. Neste momento, é altura de restabelecer forças e dar atenção ao organismo que, além das suas próprias necessidades, também terá de produzir leite para amamentar o bebé.

Deixe para mais tarde o regime alimentar que lhe permitirá perder alguns quilos extra que tenha eventualmente ganhado durante a gravidez e, nos primeiros meses após o parto, preocupe-se sobretudo em reequilibrar-se.

Geralmente, as dietas levadas a cabo antes do regresso da menstruação não costu­mam dar o resultado esperado e são difí­ceis de concretizar.

Guia da Gravidez: da 16ª à 20ª semana

Com este guia poderá acompanhar e/ou entender melhor as alterações que se dão no seu corpo no quarto mês da gravidez e descobrir mais uma fase da maravilhosa vida que cresce dentro de si.

O percurso da gravidez já vai quase a meio e este mês é particularmente agradável e importante, pois pode saber o sexo do seu bebé e além disso pode começar a senti-lo mexer.

16ª semana de gravidez

Cólicas e refluxos na adaptação do bebé ao leite materno

O leite materno é fundamental para o crescimento e saúde do bebé, fornecendo-lhe todos os nutrientes de que precisa – proteínas, gorduras, hidratos de carbono, minerais e vitaminas. Além disso, devido às imunoglobulinas, linfócitos e outras células de defesa presentes no leite da mãe, o aleitamento materno protege a criança contra infecções.

Até o sexto mês de vida, o leite materno deve ser a única alimentação do bebé, embora na fase de adaptação à amamentação surjam situações, como as cólicas e refluxos, que requerem especial cuidado e atenção por parte da mãe.

Nos primeiros dias, o recém-nascido mama pouco leite, pois o estômago é pequeno e o ele cansa-se mais facilmente. Por isso, os intervalos para mamar são curtos (o comum é ocorrerem de hora em hora). À medida que vai crescendo, o bebé já consegue mamar durante mais tempo, pois a capacidade do estômago é maior e passará a fazê-lo, em média, a cada três horas.