Vírus do Papiloma Humano (HPV) na gravidez

A principal forma de transmissão do Vírus do Papiloma Humano (VPH ou vírus HPV) é por via sexual, sendo considerada a doença sexualmente transmissível mais frequente. Esta doença viral é transmitida por contacto direto e não por fluídos orgânicos.

As formas de prevenção da doença são similares às das restantes doenças sexualmente transmissíveis, passando sobretudo por evitar comportamentos sexuais de risco.

Os sintomas de infeção mais frequentes são lesões (em forma de verruga) na vagina, colo uterino, grandes e pequenos lábios e reto.

Amamentação… a opção é da Mãe

Contra todas as evidências e argumentos científicos, as taxas de aleitamento materno ainda ficam aquém do que seria desejável.

Também não é por acaso que, apesar de praticamente todas as mulheres saberem e afirmarem que o leite materno é o melhor para os seus filhos, expressando o desejo de amamentar, ou de 95% das mães saírem das maternidades portuguesas com esta prática, o aleitamento materno sofre um rápido declínio ao fim de alguns dias ou semanas, atingindo valores francamente baixos no final do terceiro mês — altura em que as mães ainda nem retomaram o trabalho fora de casa

São muitas as causas que levam ao abandono da amamentação sem ser por desejo da mulher.

Problemas na Gravidez: gravidez ectópica

Tal como o próprio termo sugere, uma gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fecundado se fixa fora do útero materno.

Em 95% dos casos, o óvulo adere ao revestimento das tubas uterinas (comummente designadas trompas de Falópio), resultando numa gravidez ectópica tubária. A gravidez ectópica ocorre ainda quando o óvulo se insere nos ovários, no abdómen ou no canal cervical (órgão que separa o útero da vagina e é responsável pela produção do muco vaginal). Nestes casos, designa-se gravidez ectópica abdominal ou cervical. Como as trompas, os ovários, o abdómen e o canal cervical não possuem espaço e tecidos adequados para que a gestação progrida, à medida que o feto cresce, é provável ocorrer uma rutura do órgão onde está inserido. Por essa razão, ocorrem frequentemente hemorragias que podem ser profundas e, em casos extremos, a vida da mãe pode mesmo correr perigo.

Se não for tratada, cerca de metade das gravidezes ectópicas leva ao aborto. Geralmente, a rutura de uma gravidez ectópica ocorre numa fase precoce da gestação, entre 6 e 12 semanas, dependendo do local onde o embrião está implantado.

Estreptococos B durante a gravidez

Estreptococos são um género de bactérias que podem causar doenças no ser humano. No entanto, a maioria das espécies é inofensiva. O estreptococo do grupo B existe com frequência no intestino das pessoas em geral.

Na mulher, essas bactérias podem acabar por se alojar na vagina, não causando qualquer dano ao bebé enquanto ele está na barriga da mãe. A questão coloca-se no parto, sobretudo se for parto normal (eutócico); quando é cesariana, não é tão problemático, uma vez que o bebé não terá contacto com o canal vaginal.

Estas bactérias, por norma, não dão quaisquer tipos de sinais ou sintomas. O médico pede um exame para fazer o despiste e, caso dê positivo, o tratamento da infeção deve ser feito somente durante o trabalho de parto; não é indicado nos meses anteriores, nem mesmo com o uso de cremes vaginais.

Guia da Gravidez: da 25ª à 28ª semana

A gravidez é um dos momentos mais marcantes na vida de qualquer mulher. Neste guia, vamos acompanhar as alterações que se registam, na mãe e no feto, nesta fase que marca o início do sétimo mês de gestação.

Agora que já passaram dois terços do tempo de gestação deve aproveite ao máximo o tempo que ainda lhe resta. Relaxe, ouça música, descanse e pratique exercício físico moderado, para se manter mais calma, relaxada e segura e transmitir esses sentimentos ao seu bebé.

25ª semana de gravidez