Gene que potencia a Fertilidade e Conceção

Segundo a descoberta de investigadores de Califórnia, há um gene que tem um papel importante na fertilidade das mulheres e na regulação do seu apetite.

O TORC1, nome dado a este gene, funciona como um comutador: quando diminui o apetite, potencia a fertilidade. Esta combinação pode dificultar a conceção em épocas de escassez de alimentos, assim como pode estar implicado em casos de excesso de peso ou obesidade.

Quando a ingestão de comida é normal, as células de gordura produzem a leptina, uma hormona que transmite a informação ao TORC1, fazendo com que o apetite da mulher seja reduzido. Assim, terão mais hipóteses de engravidar as mulheres que têm uma alimentação equilibrada do que aquelas que têm uma alimentação pouco saudável.

A Alimentação no 1º Trimestre de Gravidez

Assim que a gestante engravida, o seu organismo entra numa fase de poupança: como o fornecimento adicional de nutrientes não tem logo início, visto que o apetite sofrerá as consequências da adaptação à gravidez (náuseas, vómitos, repulsa de determinados alimentos…), o corpo reserva uma parte desses nutrientes para o embrião. Para o conseguir, o organismo despende menos energia, daí a mulher cansar-se mais facilmente e ter muito sono ao longo do dia. As ancas, a barriga e as mamas serão os locais de armazenamento dos nutrientes acumulados pela gestantes nesta fase.

No fim do primeiro trimestre  da gravidez, a gestante terá ganhado entre 1.5 e 1.8 kg, mesmo que tenha comido menos que o habitual.

Esta primeira fase da gravidez é o momento ideal para estabelecer hábitos de vida saudáveis durante os meses que se seguem. Para manter uma alimentação equilibrada, há alguns cuidados que deve ter:

Retomar a Vida Profissional depois de Ser Mãe

Depois de ser mãe, e passada a fase de licença de maternidade, muitas vezes se coloca à mulher a questão de dar continuidade à vida profissional ou dedicar-se aos filhos a tempo inteiro.

A decisão nem sempre é fácil, até porque a mulher é, em muitos casos, condicionada pela estabilidade económica da família, que a “obriga” a retomar a vida laboral. Mas, hoje em dia, a mulher também preza muito pela sua independência e, não raros os casos, volta com apreço ao desenvolvimento da sua carreira profissional.

Passados os primeiros meses depois da maternidade, totalmente dedicados ao recém-nascido e à família, a mulher poderá dedicar-se ao trabalho e aos seus filhos de modo mais consciente, tendo condições de avaliar as suas possibilidades de se realizar a nível pessoal e profissional.

Saúde na Gravidez: Hepatite B

A hepatite B é uma infeção que causa a destruição das células do fígado, sendo transmitida por contacto com fluídos orgânicos ou objetos contaminados.

Os sintomas mais frequentes são: comichão generalizada, dores abdominais, falta de apetite, febre, sede, mal-estar e tom de pele amarelado.

Embora durante a gravidez os riscos sejam limitados, o recém-nascido pode ser infetado no decorrer do parto.

Exames na Gravidez: tudo sobre a amniocentese

A amniocentese é um exame realizado normalmente após as 15 semanas de gravidez, que permite retirar uma pequena quantidade do líquido amniótico, a fim de se realizarem testes genéticos. Tal é possível, porque o líquido amniótico, que envolve o bebé, contém células da pele do feto e que, após a extração, poderão ser examinadas em laboratório para averiguar os genes e os cromossomas do bebé.

A decisão de fazer a amniocentese é sempre da mãe, mas pode ser-lhe sugerida pelo médico por diversas razões:

  • Se a grávida tem uma idade igual ou superior a 35 anos;
  • Se durante a gravidez realizou outros testes e exames (como uma ecografia ou análise ao sangue) que tenham apontado um risco de o bebé vir a ter uma doença genética;
  • Se existe uma doença genética na família de qualquer dos pais, com risco de vir a ser transmitida ao bebé;
  • Se o casal já teve um filho com uma doença genética;
  • Se um dos pais tem uma doença genética que possa ser passada ao bebé.