Dicas para ter uma Gravidez Saudável

Durante a gravidez, é comum as mulheres serem bombardeadas com conselhos e dicas de saúde sobre o que podem e não podem fazer para terem uma gravidez saudável e, muitas vezes, sentem-se confusas com tanta informação (não solicitada) vinda do exterior.

Para ter certeza do que pode ou não fazer durante a gravidez e de como se comportar enquanto está grávida, deverá, em primeiro lugar, tentar entender os sinais do seu corpo e valorizar aquilo que sente verdadeiramente.

Depois de se “escutar”, tente manter-se devidamente informada acerca das atitudes que podem efetivamente ser benéficas, para si e para o bebé, durante a gestação. Muito do que ouve são mitos ou experiências pessoais das suas amigas ou familiares que podem não ter qualquer impacto na sua gravidez, mas não deverá descuidar o aconselhamento do obstetra e as informações que são verdadeiramente fidedignas e úteis para a ajudar na fase que está a viver.

A Gravidez na Adolescência pode ser de Risco

Há um mito, mesmo entre os médicos, de que a gravidez é mais saudável em mulheres jovens. No entanto, pesquisas recentes indicam que não passa disso mesmo.

Este estigma baseia-se no princípio de que a gravidez na adolescência é positiva porque uma mulher jovem tende a ser mais saudável. Além de esta não ser uma verdade absoluta, a gravidez na adolescência pode implicar uma gravidez de risco.

Os riscos para mães adolescentes são basicamente os mesmos que para mães adultas – quando estamos a falar de mulheres saudáveis, é claro.

Problemas na Gravidez: gravidez ectópica

Tal como o próprio termo sugere, uma gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fecundado se fixa fora do útero materno.

Em 95% dos casos, o óvulo adere ao revestimento das tubas uterinas (comummente designadas trompas de Falópio), resultando numa gravidez ectópica tubária. A gravidez ectópica ocorre ainda quando o óvulo se insere nos ovários, no abdómen ou no canal cervical (órgão que separa o útero da vagina e é responsável pela produção do muco vaginal). Nestes casos, designa-se gravidez ectópica abdominal ou cervical. Como as trompas, os ovários, o abdómen e o canal cervical não possuem espaço e tecidos adequados para que a gestação progrida, à medida que o feto cresce, é provável ocorrer uma rutura do órgão onde está inserido. Por essa razão, ocorrem frequentemente hemorragias que podem ser profundas e, em casos extremos, a vida da mãe pode mesmo correr perigo.

Se não for tratada, cerca de metade das gravidezes ectópicas leva ao aborto. Geralmente, a rutura de uma gravidez ectópica ocorre numa fase precoce da gestação, entre 6 e 12 semanas, dependendo do local onde o embrião está implantado.

Dicas Práticas para escolher o nome dos seus filhos

Escolher o nome de um filho não é propriamente uma tarefa fácil; as hipóteses são muitas, quer seja menino ou menina. Deverá pensar muito bem no nome que será dado ao bebé. A sua escolha fará parte da identidade do seu filho para o resto da vida, podendo ser para ele motivo de orgulho ou de desgosto, uma vez que será sempre chamado pelo nome que lhe deu.

Deixamos-lhe dicas práticas que poderão ajudar na hora da escolha, pensando acima de tudo na identidade e bem-estar da criança.

Dicas para escolher bem o nome do seu filho:

Picamalácia: Desejos ou Necessidades Nutricionais da Grávida?

Uma das partes mais divertidas da gravidez é sentir desejos e ver toda a gente preocupada em tentar satisfazê-los. No entanto não há qualquer estudo científico que comprove ou refute a veracidade dos desejos e/ou aversões nutricionais descritas pelas gestantes.

Toda esta questão pode até ser uma forma de a grávida conseguir atrair as atenções, afinal a tarefa de gerar um ser não é fácil e a mulher pode muito bem sentir-se no direito de ter mimos e de os ver atendidos…

Esta síndrome do desejo tem o nome de picamalácia, uma doença cuja justificação é controversa. Uma delas é que os alimentos estranhos, que antes não eram nem um pouco atraentes, trariam a sensação de alívio para náuseas e vómitos. Outra, mais aceite, é de que o corpo tem necessidades nutricionais, como o ferro, que leva a grávida a comer substâncias que, embora não sejam alimentos, contêm esse nutriente como, por exemplo, um tijolo.