Desconfortos durante a Gravidez

Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por diversas alterações e é normal que sinta alguns desconfortos. Os incómodos sentidos devem-se, sobretudo, ao aumento de tamanho do útero e ao desenvolvimento hormonal, uma vez que, nesta fase, as hormonas se encontram em maior quantidade que o normal.

Neste artigo, iremos abordar os diferentes tipos de desconforto que a grávida pode sentir no decorrer da gravidez, sendo que a cada trimestre estão associadas alterações significativas. Deixamos também algumas dicas sobre como agir para poder os enfrentar da melhor forma e viver a gravidez em pleno.

1º TRIMESTRE DE GRAVIDEZ

Enjoos e Estrias são comuns durante a Gravidez

Os enjoos e as estrias estão entre os males mais comuns durante a gravidez.

Em média, 80% das gestantes sofrem de enjoos no início da gravidez, sobretudo devido à inexistência da placenta, que começa a ser formada assim que o óvulo fecundado se implanta no útero, mas só está completamente formada a partir das 12 semanas de gravidez. É exatamente nessa fase que os enjoos tendem a desaparecer.

O inverso também acontece, ou seja, desconfortos no estômago provocados pelo peso excessivo – como na gravidez de gémeos ou de fetos com mais de quatro quilos. O feto, muito grande, pressiona o tubo gástrico e o estômago, atrapalhando o funcionamento do sistema digestivo, daí o desconforto sentido pela mãe

Essure: técnica alternativa de contraceção definitiva

Para as mulheres que decidiram não ter mais filhos e se sentem preparadas para uma forma permanente de controle da natalidade, a laqueação de trompas já não é a única opção.

Existe agora uma técnica de contraceção definitiva, o Essure, que consiste num procedimento menos invasivo, em que a mulher não é submetida a cortes, não sendo também necessária anestesia. Uma outra vantagem deste novo método contacetivo é ser uma técnica coberta por muitos dos seguros de saúde.

Como é feito o Essure

Saúde na Gravidez: Hepatite A

Hepatite A é uma doença do fígado altamente contagiosa e por vezes fatal. Esta doença infetocontagiosa está associada à falta de higiene sanitária e após evacuar, sendo causada por um vírus que passa de um indivíduo para o outro através do contacto com fezes contaminadas. A transmissão pode ser feita através da água, dos alimentos, lençóis, etc.

Em termos gerais, os sintomas assemelham-se aos da constipação, sendo que os sinais mais comuns incluem a cor amarelada na pele e nos olhos, urina escura e fezes claras.

Durante a gravidez, os riscos para o feto são, em geral, limitados, pois a maioria dos vírus da hepatite não atravessa a barreira placentária, e não existem riscos de malformações nem de parto prematuro. Mas há exceções.

Herpes Genital na gravidez

Herpes genital é uma doença que se caracteriza pelo surgimento de bolhas ou lesões nos órgãos genitais. Esta é uma doença sexualmente transmissível, sendo a contaminação por via sexual a mais comum de todas, embora haja outras formas de propagação da doença. A transmissão também é possível nos casos em que há sexo oral, quando o parceiro tem herpes na boca.

Em pessoas comuns, em geral não provoca grandes problemas. No entanto, em mulheres grávidas, pode causar aborto e sequelas graves no bebé. Por isso, é muito importante informar o médico obstetra de qualquer manifestação de herpes genital, na mulher ou no seu parceiro.

Os sintomas variam muito de pessoa para pessoa, mas costumam ser mais graves logo após o contágio, pois o organismo ainda não desenvolveu anticorpos para combater o vírus. Nessas situações, além de da comichão, ardor e lesões características na área genital, podem surgir sintomas de gripe (como febre, dor de cabeça e dores musculares). Algumas grávidas chegam a precisar de tratamento intravenoso com um antiviral.