Saúde na Gravidez: a Rubéola

A rubéola é uma doença viral que ataca adultos e crianças, cuja característica mais marcante é o aparecimento de manchas vermelhas na face e atrás da orelha, que depois se espalham pelo corpo inteiro.

O período de incubação do vírus geralmente dura entre 2 a 3 semanas, no qual a pessoa não apresenta quaisquer sintomas, mas pode transmitir a doença. A doença é transmitida por via respiratória, pela urina, fezes ou através da pele.

As vacinas para a prevenção da doença estão disponíveis desde 1969 e fazem atualmente parte do plano nacional de vacinação em Portugal, sendo administrada em bebés entre os 12 e os 15 meses de vida. O grau de eficiência da vacina é quase de 100%, sendo, pois, uma forma eficiente de prevenir a doença. Por isso, todas as mulheres em idade fértil (entre 13 e 39 anos) têm de receber uma dose da vacina e, ao ser vacinada, a mulher ficará imune ao vírus, sendo muito difícil vir a desenvolver a doença.

Necessidades de ácido fólico na gravidez

O ácido fólico é uma vitamina do grupo B, necessária para o crescimento e desenvolvimento saudáveis. Esta vitamina é encontrado naturalmente nos alimentos, como vegetais de folhas verdes, podendo também ser ingerido através de suplementos alimentares.

Embora todos nós necessitemos de ingerir ácido fólico, ele é especialmente importante para as mulheres em idade fértil, particularmente as que planeiam engravidar. O ideal será, pois, começar a tomar um suplemento de ácido fólico antes mesmo de engravidar e não somente quando se engravida.

Para que serve o ácido fólico na gravidez?

Enjoos e Vómitos na Gravidez

Os enjoos e vómitos são sintomas comuns no início da gravidez. Quando ocorrem no final da gestação podem estar associados a doenças, devendo, por isso, ser sempre comunicados ao seu obstetra.

Cuidados que deve ter para evitar os enjoos:

Coma mais vezes e menos a cada vez;

Medicamentos na Gravidez

Durante a gravidez a mulher passa por várias mudanças e os desconfortos, sobretudo causados pelo desenvolvimento hormonal, levam-na muitas vezes a recorrer a medicamentos para superar as dores e/ou incómodos causados.

No entanto, o que é preocupante não são os medicamentos em si, até porque há muitos que são vantajosos e até necessários, mas a tendência de a mulher se automedicar, sem qualquer indicação ou vigilância médica. É frequente alguém sugerir determinado medicamento, porque se deu bem com ele ou até a grávida tomar um que tenha em casa e lhe pareça adequado para enfrentar determinada dor ou indisposição.

Acima de tudo, quando engravida, a mulher não se pode esquecer que está a gerar uma nova vida dentro de si, ainda indefesa, que depende totalmente da mãe para se desenvolver. O bebé está protegido no útero, mas a placenta não seleciona as substâncias que a atravessam. Desta forma, como o metabolismo do feto é ainda imaturo, não consegue eliminar substâncias eventualmente perigosas e/ou tóxicas dos medicamentos que passem através da placenta.

Gonorreia durante a Gravidez

A gonorreia é uma infeção bacteriana que se caracteriza pela presença de abundante de pus nas mucosas afetadas. Pode atingir todas as mucosas que entrem em contacto com o agente infecioso: órgãos genitais, pele, garganta, olhos, articulações…

A gonorreia é considerada uma doença sexualmente transmissível (DST), sendo esta a principal forma de contágio, através do sexo vaginal, oral e anal ou por intermédio de objetos contaminados que sejam usados durante a relação. Portanto, se o seu companheiro a tiver contraído a doença e não utilizar nenhum método de proteção durante a relação sexual, terá um alto risco de a contrair também.

A mulher grávida pode transmitir a infeção ao recém-nascido durante o parto.