Retomar a Vida Profissional depois de Ser Mãe

Depois de ser mãe, e passada a fase de licença de maternidade, muitas vezes se coloca à mulher a questão de dar continuidade à vida profissional ou dedicar-se aos filhos a tempo inteiro.

A decisão nem sempre é fácil, até porque a mulher é, em muitos casos, condicionada pela estabilidade económica da família, que a “obriga” a retomar a vida laboral. Mas, hoje em dia, a mulher também preza muito pela sua independência e, não raros os casos, volta com apreço ao desenvolvimento da sua carreira profissional.

Passados os primeiros meses depois da maternidade, totalmente dedicados ao recém-nascido e à família, a mulher poderá dedicar-se ao trabalho e aos seus filhos de modo mais consciente, tendo condições de avaliar as suas possibilidades de se realizar a nível pessoal e profissional.

A Alimentação no 2º Trimestre de Gravidez

As adaptações que o organismo fez nos últimos meses já não são suficientes para alimentar a vida que cresce, cada vez mais depressa, na barriga da mãe. Por isso, no segundo trimestre de gravidez, é altura para aumentar o fornecimento calórico da dieta.

A mulher começará agora a comer para dois (mas não a “comer por dois”!). A alimentação deverá, pois, atender não só às necessidades nutricionais da grávida, mas também às do feto. Assim, há determinados cuidados que deverá ter nesta fase.

Cuidados a ter com a alimentação no segundo trimestre:

Dieta após o Parto

Após o parto, é natural que a puérpera sinta fome, pois gastou uma grande quantidade de energia, para ajudar o seu filho a nascer. Neste momento, é altura de restabelecer forças e dar atenção ao organismo que, além das suas próprias necessidades, também terá de produzir leite para amamentar o bebé.

Deixe para mais tarde o regime alimentar que lhe permitirá perder alguns quilos extra que tenha eventualmente ganhado durante a gravidez e, nos primeiros meses após o parto, preocupe-se sobretudo em reequilibrar-se.

Geralmente, as dietas levadas a cabo antes do regresso da menstruação não costu­mam dar o resultado esperado e são difí­ceis de concretizar.

Saúde Materna e Decréscimo da Mortalidade

Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a registar um decréscimo da mortalidade materna em todo o mundo. Esta descida do número de mortes de mulheres grávidas regista-se pela melhoria nos cuidados de saúde materna, tendo efeitos não só na diminuição de complicações ocorridas durante a gravidez, como também no decorrer do parto.

No início da década de 80, a mortalidade materna atingiu o numero de 500 mil mulheres que sofreram complicações na gravidez ou durante o parto. Em 2008 esse número era já muito menor, registando-se um número inferior a 350 mil mulheres que morreram ao dar à luz ou enquanto estavam grávidas.

Em Portugal, a mortalidade materna teve um decréscimo anual de 2,9%, situando-se o país numa boa posição em relação aos países com uma taxa de mortalidade mais baixa – o país atingiu o 30º lugar no ranking mundial. Esta situação deveu-se sobretudo ao alargamento dos cuidados de saúde materna e pré-natal, ao mesmo tempo que se registava uma oferta crescente das consultas de planeamento familiar incluídas no Plano Nacional de Saúde.

Estou Grávida… e agora?

A gravidez é um dos momentos mais fortes e emocionantes que uma mulher alguma vez pode sentir. Estar grávida é viver o mistério e a alegria de dar origem a um novo ser, sentindo-o crescer dentro de nós…

Apesar de tudo, a gravidez nem sempre é fácil de aceitar – porque a mulher não se sente em boas condições físicas, económicas, psicológicas ou emocionais ou pelo simples medo do desconhecido e do incerto. No entanto, quando a mulher faz um teste de gravidez e este apresenta um resultado positivo, surge sempre a velha questão: «Estou grávida… e agora?»

Primeiro sente uma alegria, uma felicidade e uma emoção difíceis ou mesmo impossíveis de descrever. Mas estes rapidamente se transformam em sentimentos como a ansiedade, a angústia, a confusão, e o medo. Todo este alvoroço de sentimentos é normal, pois o ser humano, sente sempre algum receio perante o desconhecido.