Amamentação… a opção é da Mãe
Contra todas as evidências e argumentos científicos, as taxas de aleitamento materno ainda ficam aquém do que seria desejável.
Também não é por acaso que, apesar de praticamente todas as mulheres saberem e afirmarem que o leite materno é o melhor para os seus filhos, expressando o desejo de amamentar, ou de 95% das mães saírem das maternidades portuguesas com esta prática, o aleitamento materno sofre um rápido declínio ao fim de alguns dias ou semanas, atingindo valores francamente baixos no final do terceiro mês — altura em que as mães ainda nem retomaram o trabalho fora de casa
São muitas as causas que levam ao abandono da amamentação sem ser por desejo da mulher. Mas apesar dos contornos externos que possam interferir neste processo, há que deixar bem claro que nenhuma mãe pode sentir-se obrigada a dar de mamar. Nenhuma mãe é melhor ou pior mãe por amamentar ou não o seu bebé. Deve dar-se de mamar se se quiser, se se puder e enquanto for bom para todos.
Planear uma Nova Gravidez evita Partos Prematuros
Um intervalo muito curto entre um parto e uma nova gravidez aumenta os riscos de parto prematuro e de problemas de saúde para a mulher e para o bebé.
A Universidade de Washington realizou uma investigação sobre o tema, no qual, num universo de 156 mil mulheres, foram ponderados os intervalos entre duas gravidezes, a forma como decorreu o segundo parto e a saúde dos segundos filhos. Com os dados apurados, concluiu-se que:
Necessidades Nutricionais durante a Gravidez
Durante a gravidez, há determinado nutrientes que não podem faltar na alimentação da grávida, atendendo às necessidades nutricionais e benefício para sua a saúde e a do bebé.
Vejamos em pormenor cada um dos grupos nutricionais e a importância que têm na saúde da mulher, assim como na formação e desenvolvimento do feto.
- Proteínas
As proteínas desempenham um papel importante na formação da placenta, sendo responsáveis por construir os tecidos do organismo, tanto da mãe como do bebé. Por isso, deverá aumentar sua ingestão durante a gravidez. Carne, leite (e seus derivados), ovos e soja são alguns exemplos de alimentos ricos em proteínas.
Alimente-se Bem e tenha uma Gravidez Saudável
Durante a gravidez deve ter a preocupação acrescida em se alimentar bem. Não se trata de comer por dois, o importante é a qualidade das suas refeições para que possa manter uma gravidez saudável, assegurando as suas necessidades nutricionais e as do feto.
Esqueça a ideia de comer por dois, pense antes em comer bem por dois motivos: a sua saúde e a do seu bebé. É verdade que deve aumentar a quantidade das calorias na sua alimentação; mas durante a gravidez o seu organismo precisa, no máximo, de 350 calorias a mais por dia para que o bebé cresça e se desenvolva. Para o conseguir, deve manter uma alimentação variada e rica em frutas, verduras, leite e derivados, carnes magras e hidratos de carbono integrais, que asseguram todas as necessidades nutricionais desta fase.
No geral, a alimentação durante a gravidez está cercada de mitos. Além do de comer por dois, há quem acredite que, quanto mais a gestante engorda, melhor para o bebé. Nada disso! Engordar muito durante a gravidez é tão prejudicial como em qualquer outra fase da sua vida. Na verdade, o segredo para uma alimentação saudável é o mesmo de sempre: comer de tudo, sem exageros, respeitando a fome e enganando a gula. A regra de ouro é escolher bem os alimentos e comer na medida certa.
Começar a Viver a Paternidade durante a Gravidez
Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por inúmeras transformações de caráter físico e psicológico; tem enjoos, náuseas, cansaço e variações de humor. Às vezes chora, às vezes ri…
É provável que o companheiro fique confuso, inseguro e até enciumado devido a todas as mudanças por que a gestante está a passar e ele não sente.
Como a gravidez costuma ser acompanhada por muitas dúvidas e inseguranças, é fundamental a mãe ter com quem dividir todas essas transformações e desafios. Então, poderá perguntar-se sobre o que fazer para que o parceiro também se sinta grávido consigo.
Cólicas e refluxos na adaptação do bebé ao leite materno
O leite materno é fundamental para o crescimento e saúde do bebé, fornecendo-lhe todos os nutrientes de que precisa – proteínas, gorduras, hidratos de carbono, minerais e vitaminas. Além disso, devido às imunoglobulinas, linfócitos e outras células de defesa presentes no leite da mãe, o aleitamento materno protege a criança contra infecções.
Até o sexto mês de vida, o leite materno deve ser a única alimentação do bebé, embora na fase de adaptação à amamentação surjam situações, como as cólicas e refluxos, que requerem especial cuidado e atenção por parte da mãe.
Nos primeiros dias, o recém-nascido mama pouco leite, pois o estômago é pequeno e o ele cansa-se mais facilmente. Por isso, os intervalos para mamar são curtos (o comum é ocorrerem de hora em hora). À medida que vai crescendo, o bebé já consegue mamar durante mais tempo, pois a capacidade do estômago é maior e passará a fazê-lo, em média, a cada três horas.











