Contraceção trava Gravidez indesejada na adolescência


contraceção trava gravidez indesejada na adolescência

Uma em cada três mulheres por­tuguesas já teve, pelo menos, uma gravidez indesejada, conclui um es­tudo do Instituto de Ciências Sociais, apresentado pela Associação para o Planeamento Familiar (APF), no Dia Mundial da Contraceção. Uma das principais causas de gravidez na adolescência é a ausência de qualquer método contracetivo.

A APF tem levado a cabo várias campanhas de sensibilização para contrariar esta tendência e in­verter o crescimento dos números de gravidezes indesejadas. No entanto, e apesar dos esforços empreendidos junto dos jovens na divulgação sobre a impor­tância do uso de contracetivo, Por­tugal é um dos países europeus em que a gravidez na adolescência regista uma maior taxa – em média, um em cada vinte nascimentos.

Ainda segundo o es­tudo apresentado pela APF, mais de um terço dos jovens sexualmente activos não uti­liza regularmente contracetivos.

Como vimos, as causas da gravidez na adolescência são conhecidas na sua generalidade, mas são necessárias mais medidas e ações, desenvolvidas a par das que a Associação para o Planeamento Familiar tem levado a cabo – nas Escolas, junto das famílias e numa ligação mais estreita com a entidades de Saúde, nomeadamente as Unidades de Saúde Familiar. Só desta forma se poderá travar o drama das jovens mães que se veem com um filho nos braços, muitas vezes sem entenderem as verdadeiras consequências de um momento irrefletido que as conduziu a uma gravidez indesejada na adolescência.

Apesar de a utilização de métodos contracetivos ter vindo a cres­cer, 15% das mulheres sexualmente ativas não toma qualquer precaução.





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