Alimentação Saudável na Gravidez

Para manter uma alimentação saudável na gravidez deve dar atenção à qualidade dos alimentos e fazer uma alimentação equilibrada. Acima de tudo, há que ter bom senso. Ler mais »

Amamentação… a opção é da Mãe

A amamentação é um ato de total liberdade, que deve depende unicamente da mãe e da criança. Se num dado momento a opção for outra, nada muda em termos de Amor. Ler mais »

Azia durante a Gravidez

A azia é um sintoma comum a partir do segundo trimestre da gravidez. O seu aparecimento deve-se ao aumento do útero e às alterações hormonais que ocorrem. Ler mais »

Viver a Maternidade... prepare-se para Ser Mãe

Não há nenhum manual que a ensine a ser mãe. Mas neste artigo damos-lhe dicas úteis que a ajudam a preparar-se para viver a maternidade que cresce dentro de si. Ler mais »

Gestação: as 4 Primeiras Semanas

Começam a formar-se o cordão umbilical e a placenta, bem como as extremidades, os pulmões e o tubo neural no embrião. A mãe também sente grandes alterações... Ler mais »

 

Arquivos da Categoria A Gravidez

O Corpo da Mulher e a Gravidez

É sempre importante que a mulher conheça o seu corpo, ainda mais num momento tão delicado como quando se prepara para engravidar. Conhecer o corpo ajuda a mulher a compreender e apreciar da melhor forma todas as mudanças que irão ocorrer durante a gravidez, permitindo-lhe estar mais em sintonia consigo mesma e com o seu filho.

Vejamos, pois, quais os órgãos genitais femininos e os que compõem o aparelho reprodutor.

Os órgãos genitais (órgãos sexuais externos) são os seguintes:

Guia da Gravidez: da 16ª à 20ª semana

Com este guia poderá acompanhar e/ou entender melhor as alterações que se dão no seu corpo no quarto mês da gravidez e descobrir mais uma fase da maravilhosa vida que cresce dentro de si.

O percurso da gravidez já vai quase a meio e este mês é particularmente agradável e importante, pois pode saber o sexo do seu bebé e além disso pode começar a senti-lo mexer.

16ª semana de gravidez

Exames na Gravidez: tudo sobre a amniocentese

A amniocentese é um exame realizado normalmente após as 15 semanas de gravidez, que permite retirar uma pequena quantidade do líquido amniótico, a fim de se realizarem testes genéticos. Tal é possível, porque o líquido amniótico, que envolve o bebé, contém células da pele do feto e que, após a extração, poderão ser examinadas em laboratório para averiguar os genes e os cromossomas do bebé.

A decisão de fazer a amniocentese é sempre da mãe, mas pode ser-lhe sugerida pelo médico por diversas razões:

  • Se a grávida tem uma idade igual ou superior a 35 anos;
  • Se durante a gravidez realizou outros testes e exames (como uma ecografia ou análise ao sangue) que tenham apontado um risco de o bebé vir a ter uma doença genética;
  • Se existe uma doença genética na família de qualquer dos pais, com risco de vir a ser transmitida ao bebé;
  • Se o casal já teve um filho com uma doença genética;
  • Se um dos pais tem uma doença genética que possa ser passada ao bebé.

A Alimentação no 2º Trimestre de Gravidez

As adaptações que o organismo fez nos últimos meses já não são suficientes para alimentar a vida que cresce, cada vez mais depressa, na barriga da mãe. Por isso, no segundo trimestre de gravidez, é altura para aumentar o fornecimento calórico da dieta.

A mulher começará agora a comer para dois (mas não a “comer por dois”!). A alimentação deverá, pois, atender não só às necessidades nutricionais da grávida, mas também às do feto. Assim, há determinados cuidados que deverá ter nesta fase.

Cuidados a ter com a alimentação no segundo trimestre:

Saúde Materna e Decréscimo da Mortalidade

Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a registar um decréscimo da mortalidade materna em todo o mundo. Esta descida do número de mortes de mulheres grávidas regista-se pela melhoria nos cuidados de saúde materna, tendo efeitos não só na diminuição de complicações ocorridas durante a gravidez, como também no decorrer do parto.

No início da década de 80, a mortalidade materna atingiu o numero de 500 mil mulheres que sofreram complicações na gravidez ou durante o parto. Em 2008 esse número era já muito menor, registando-se um número inferior a 350 mil mulheres que morreram ao dar à luz ou enquanto estavam grávidas.

Em Portugal, a mortalidade materna teve um decréscimo anual de 2,9%, situando-se o país numa boa posição em relação aos países com uma taxa de mortalidade mais baixa – o país atingiu o 30º lugar no ranking mundial. Esta situação deveu-se sobretudo ao alargamento dos cuidados de saúde materna e pré-natal, ao mesmo tempo que se registava uma oferta crescente das consultas de planeamento familiar incluídas no Plano Nacional de Saúde.