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Arquivos Mensais: Junho 2018

A Alimentação no 2º Trimestre de Gravidez

As adaptações que o organismo fez nos últimos meses já não são suficientes para alimentar a vida que cresce, cada vez mais depressa, na barriga da mãe. Por isso, no segundo trimestre de gravidez, é altura para aumentar o fornecimento calórico da dieta.

A mulher começará agora a comer para dois (mas não a “comer por dois”!). A alimentação deverá, pois, atender não só às necessidades nutricionais da grávida, mas também às do feto. Assim, há determinados cuidados que deverá ter nesta fase.

Cuidados a ter com a alimentação no segundo trimestre:

Cólicas e refluxos na adaptação do bebé ao leite materno

O leite materno é fundamental para o crescimento e saúde do bebé, fornecendo-lhe todos os nutrientes de que precisa – proteínas, gorduras, hidratos de carbono, minerais e vitaminas. Além disso, devido às imunoglobulinas, linfócitos e outras células de defesa presentes no leite da mãe, o aleitamento materno protege a criança contra infecções.

Até o sexto mês de vida, o leite materno deve ser a única alimentação do bebé, embora na fase de adaptação à amamentação surjam situações, como as cólicas e refluxos, que requerem especial cuidado e atenção por parte da mãe.

Nos primeiros dias, o recém-nascido mama pouco leite, pois o estômago é pequeno e o ele cansa-se mais facilmente. Por isso, os intervalos para mamar são curtos (o comum é ocorrerem de hora em hora). À medida que vai crescendo, o bebé já consegue mamar durante mais tempo, pois a capacidade do estômago é maior e passará a fazê-lo, em média, a cada três horas.

Amamentação: o Leite Materno e a introdução de novos Sabores

Quando a mulher está a amamentar ao peito, o sabor do leite varia de acordo com os alimentos que ingere.

Estudos recentes constataram que o bebé «aprende» esses sabores e reconhece-os, mais tarde, quando já come do prato, com a sua forma, cor e textura originais.

Os autores de um estudo norte-americano, publicado na revista Pediatrics, seguiram dois grupos de mães que amamentavam, seguindo diferentes rotinas alimentares. As do primeiro grupo tomavam, diariamente, um copo de sumo de cenoura, enquanto amamentavam os seus filhos.

Saúde Materna e Decréscimo da Mortalidade

Ao longo dos últimos anos tem-se vindo a registar um decréscimo da mortalidade materna em todo o mundo. Esta descida do número de mortes de mulheres grávidas regista-se pela melhoria nos cuidados de saúde materna, tendo efeitos não só na diminuição de complicações ocorridas durante a gravidez, como também no decorrer do parto.

No início da década de 80, a mortalidade materna atingiu o numero de 500 mil mulheres que sofreram complicações na gravidez ou durante o parto. Em 2008 esse número era já muito menor, registando-se um número inferior a 350 mil mulheres que morreram ao dar à luz ou enquanto estavam grávidas.

Em Portugal, a mortalidade materna teve um decréscimo anual de 2,9%, situando-se o país numa boa posição em relação aos países com uma taxa de mortalidade mais baixa – o país atingiu o 30º lugar no ranking mundial. Esta situação deveu-se sobretudo ao alargamento dos cuidados de saúde materna e pré-natal, ao mesmo tempo que se registava uma oferta crescente das consultas de planeamento familiar incluídas no Plano Nacional de Saúde.

Estou Grávida… e agora?

A gravidez é um dos momentos mais fortes e emocionantes que uma mulher alguma vez pode sentir. Estar grávida é viver o mistério e a alegria de dar origem a um novo ser, sentindo-o crescer dentro de nós…

Apesar de tudo, a gravidez nem sempre é fácil de aceitar – porque a mulher não se sente em boas condições físicas, económicas, psicológicas ou emocionais ou pelo simples medo do desconhecido e do incerto. No entanto, quando a mulher faz um teste de gravidez e este apresenta um resultado positivo, surge sempre a velha questão: «Estou grávida… e agora?»

Primeiro sente uma alegria, uma felicidade e uma emoção difíceis ou mesmo impossíveis de descrever. Mas estes rapidamente se transformam em sentimentos como a ansiedade, a angústia, a confusão, e o medo. Todo este alvoroço de sentimentos é normal, pois o ser humano, sente sempre algum receio perante o desconhecido.